O futuro da bioenergia já está em construção

28 de julho de 2026

Depois de consolidar sua atuação como uma das principais produtoras de biodiesel do país, a Binatural volta seu olhar para a próxima geração de soluções em energia renovável

As duas primeiras décadas do biodiesel brasileiro foram marcadas pela consolidação de uma nova indústria. A prioridade era ampliar a produção, fortalecer a cadeia de suprimentos, desenvolver tecnologias e demonstrar que o biocombustível deve substituir os combustíveis fósseis. Agora, com o setor amadurecido, uma nova etapa começa a ganhar protagonismo: a inovação como motor da transição energética.

Depois de duas décadas dedicadas ao desenvolvimento do biodiesel, a Binatural inicia uma nova fase de sua trajetória. A companhia amplia sua atuação para além da produção industrial e passa a competir também pela capacidade de gerar conhecimento, desenvolver tecnologias proprietárias e transformar inovação em vantagem competitiva para a transição energética. Esse movimento ganha forma com a criação da Binatech, spin-off dedicada à pesquisa, desenvolvimento e inovação em biocombustíveis, criada para conectar ciência, indústria e mercado na busca por soluções capazes de reduzir emissões, ampliar a eficiência energética e expandir o uso de combustíveis renováveis.

Mas antes mesmo da Binatech, a Binatural já implementava projetos de descarbonização. Um dos exemplos é a Rota 100% Sustentável, em parceria com a Catto Transportes, no interior de Goiás, com um caminhão B100 que transporta matérias-primas usadas no próprio biodiesel que o abastece. Outra iniciativa é a Rota Verde, com a MCK, que interliga Goiás, São Paulo e Paraná, com um caminhão que roda, na média, com uma mistura B50, transportando insumos e produtos especiais do biodiesel. A empresa ainda possui um caminhão B100, que também roda no interior de Goiás.

A Binatural ainda investe na pesquisa de novas matérias-primas e no desenvolvimento de soluções alinhadas aos princípios da economia circular, como o uso de biomassas da casca do baru e do coco de piaçava, ampliando as possibilidades de produção de biocombustível de menor intensidade de carbono.

Há vinte anos, a companhia nasceu acompanhando o início de uma matriz energética para o Brasil. Hoje, quando a transição para uma economia de baixo carbono se tornou um desafio global, a empresa inicia um novo ciclo com a mesma disposição que marcou sua origem: transformar inovação em energia, energia em desenvolvimento e desenvolvimento em oportunidades para as próximas gerações.

Precisa refazer esse trecho. Temos a Rota 100% Sustentável, com a Catto, no interior de Goiás, na qual utilizamos um caminhão B100 para transportar matérias-primas usadas no próprio biodiesel que o abastece.

Tem a Rota Verde, com a MCK, que interliga Goiás, São Paulo e Paraná, com um caminhão que roda, na média, com uma mistura B50, transportando insumos e produtos especiais do biodiesel.

E o nosso caminhão B100, que também roda no interior de Goiás.

Próximo Créditos de descarbonização do RenovaBio: como eficiência ambiental é transformada em vantagem competitiva?